O que é o feed do LinkedIn
O que é
Feed é a lista de publicações que aparece quando você abre o LinkedIn. É ali que você lê o que sua rede compartilha e onde seus próprios posts aparecem para os outros.
De acordo com a equipe de engenharia do LinkedIn, o feed mistura vários tipos de conteúdo: publicações e compartilhamentos das suas conexões, notícias em alta, recomendações de vagas, sugestões de pessoas para conectar e anúncios (marcados como “Promovido”). Em 2026, o LinkedIn também explicou que o feed pode trazer posts de profissionais que você ainda não conhece, quando o assunto combina com seus interesses.
Onde fica
- Computador: clique em Início, no menu do topo.
- Aplicativo: toque no ícone de casa (Início), na barra de baixo.
Por que você vê o que vê
O feed não é cronológico por padrão. Um conjunto de sistemas de recomendação, o algoritmo do LinkedIn, escolhe a ordem. Segundo o que a empresa já divulgou, pesam nessa escolha:
- quem são suas conexões e com quem você interage;
- informações do seu perfil, como setor, competências, experiência e localização;
- pessoas, páginas e newsletters que você segue;
- o que você faz no próprio feed, inclusive quanto tempo passa lendo cada publicação.
Como ajustar o seu feed
- Ordenar por Principais ou Recentes. No computador, acima das publicações, há a opção de classificar o feed. “Recentes” mostra o que foi publicado por último. Se perceber que voltou ao padrão, troque de novo.
- Usar o menu de três pontos (…) de cada post. Ali você pode salvar a publicação, marcar que não quer ver aquilo, deixar de seguir o autor, silenciar alguém que aparece só porque uma conexão interagiu com ele, ou denunciar.
- Deixar de seguir sem desconectar. Você continua conectado à pessoa, mas os posts dela deixam de chegar com frequência.
- Seguir quem interessa. O próprio LinkedIn recomenda seguir pessoas, empresas e newsletters da sua área e interagir com o que realmente chama sua atenção.
Exemplo
Você está em recolocação na área de dados e o feed está tomado por frases motivacionais. Em uma semana dá para mudar isso: deixe de seguir os perfis que só publicam esse tipo de conteúdo (sem desfazer a conexão), siga dez profissionais e cinco empresas de dados, assine duas newsletters do tema e comente nos posts técnicos que fizerem sentido.
O LinkedIn diz que o sistema acompanha a mudança dos seus interesses profissionais ao longo do tempo, então esses novos sinais passam a pesar na seleção.
Erros comuns
- Achar que o feed mostra tudo da sua rede. Ele seleciona. Se um colega diz que postou e você não viu, é normal.
- Desfazer a conexão quando bastava deixar de seguir. A conexão continua útil para mensagens e indicações.
- Reagir a tudo por educação. Reações e comentários são sinais de interesse; o feed passa a trazer mais daquilo.
- Medir o alcance dos seus posts pelo seu próprio feed. O que você vê é a sua seleção, não a dos outros. Para medir, use as métricas das publicações.
Se você está começando agora, o guia de como usar o LinkedIn mostra os primeiros passos para montar uma rede que deixe o feed útil.
Termos relacionados
Fontes
- LinkedIn Engineering: como o feed é montado e classificado
- LinkedIn Newsroom: melhorias no feed para mostrar conteúdo relevante e autêntico (março de 2026)
- Blog oficial do LinkedIn: como o algoritmo do feed funciona (2022)
- Blog oficial do LinkedIn: novos controles para o feed e as conversas (2021)
- Blog oficial do LinkedIn: volta da ordenação por publicações mais recentes
- LinkedIn Engineering: tempo de permanência no feed