O que é o Contrato do Usuário do LinkedIn (termos de uso)
O que é
O Contrato do Usuário (User Agreement) é o termo de uso do LinkedIn. Você aceita esse contrato ao criar a conta, e ele vale toda vez que usa o site, o aplicativo ou outro serviço da empresa. O texto oficial fica em linkedin.com/legal/user-agreement, com versão em português.
Ele não anda sozinho. Junto dele valem a Política de Privacidade (como seus dados são coletados e usados), a Política de Cookies e as Políticas da Comunidade Profissional, que detalham o que pode e o que não pode ser publicado. Quem compra Premium ou anúncios aceita também os termos específicos desses serviços.
Os pontos que mais afetam o dia a dia
| Tema | O que o contrato estabelece |
|---|---|
| Idade | O serviço não é para menores de 16 anos (ou idade maior, se a lei local exigir) |
| Identidade | Uma conta por pessoa, com o seu nome real |
| Conta | Não compartilhar nem transferir a conta; proteger o acesso com senha forte |
| Conteúdo | O conteúdo continua seu, mas você dá ao LinkedIn licença para exibi-lo e distribuí-lo |
| Automação | Proibido usar robôs e métodos automatizados não autorizados para acessar o serviço |
| Dados de terceiros | Proibido copiar ou raspar perfis e dados com programas, extensões ou crawlers |
| Conduta | Usar o serviço de forma profissional e cumprir a lei |
| Consequências | O LinkedIn pode limitar, restringir ou encerrar contas que violem o contrato |
A versão mais recente começou a valer em 3 de novembro de 2025. Entre as mudanças, o LinkedIn deixou explícito que deepfakes e outras formas de se passar por outra pessoa não são permitidos.
As Políticas da Comunidade Profissional
São as regras de convivência. Elas se organizam em torno de manter a plataforma segura, confiável e profissional. Proíbem, por exemplo, assédio, discurso de ódio, perfis e vagas falsos, desinformação, golpes e venda de dados raspados. O LinkedIn diz que, quando há violação, pode remover o conteúdo ou restringir a conta, e que avisa o membro sobre qual política foi violada.
Por que isso importa para você
Boa parte das contas restritas vem de práticas que o contrato proíbe e que muita gente vende como “truque”: extensões que mandam convites em massa, ferramentas que copiam contatos, perfis de empresa criados como pessoa física, compra de seguidores. Antes de contratar uma ferramenta, pergunte se ela acessa o LinkedIn com o seu login e age por você. Se sim, o risco é seu.
Exemplo
Uma agência sugere criar um perfil pessoal com o nome da empresa para “ter mais alcance”. O contrato exige nome real em perfil pessoal, e empresas têm a página de empresa para isso. O perfil pode ser restringido e todo o trabalho se perde.
Erros comuns
- Aceitar sem ler e descobrir a regra só quando a conta é bloqueada.
- Acreditar que “todo mundo usa” uma automação. Uso comum não muda a regra.
- Usar o perfil de outra pessoa, como o do chefe, com a senha dele. Compartilhar a conta é proibido.
- Confundir este site com o LinkedIn. O linkedin.blog.br é um guia independente; para questões da sua conta, use a Central de Ajuda oficial.
Este verbete resume o contrato para fins de orientação. Para qualquer decisão, vale o texto oficial em vigor.
Termos relacionados
Fontes
- LinkedIn: relatório de Termos de Serviço à Califórnia, 2º semestre de 2024 (links do Contrato e das Políticas)
- LinkedIn: relatório de Termos de Serviço ao Estado de Nova York, dez. 2025 (atualização de 3/11/2025)
- LinkedIn News: Políticas da Comunidade Profissional
- Blog oficial do LinkedIn: atualização das Políticas da Comunidade Profissional